sábado, 29 de outubro de 2011

DICA RURAL DA SEMANA Nº 05

A couve-flor



A couve-flor é uma das hortaliças mais plantadas e consumidas em todo o mundo. É rica em vitamina A e minerais. É plantada, principalmente, nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. É uma planta que se adapta melhor com temperaturas elevadas. O solo não pode ser ácido, com um pH que deve ficar entre 6,0 e 6,8. Prefere solos argilo-arenosos e que absorvam mais a umidade. Apresentam duas épocas para plantio:





- no inverno : de março a junho

- no verão : de setembro a janeiro

Plantio

Antes do plantio, cerca de 25 dias, utilizar esterco de galinha bem curtido para fertilizar o solo. A plantação deve ter 15cm entre as linhas, com sulcos de 1cm de profundidade, utilizando-se 2g de sementes por metro quadrado.

Quando as mudas estiverem com, mais ou menos, cinco folhas ou 10cm de altura, devem ser transplantadas para o canteiro definitivo. O espaçamento no, local definitivo, deve ser de 80x50cm para o plantio de inverno e de 80x40cm para o plantio de verão.

Irrigação

A plantação deve ser irrigada diariamente, até que a planta "pegue" e, depois disso, a cada três dias.

Adubação

Deve ser feita de acordo com a análise do solo. Caso necessário, deve-se utilizar calcário dolomítico, para a devida correção. Isto deve ser feito cerca de vinte dias antes da adubação orgânica. Para a adubação orgânica, pode-se utilizar esterco de curral ou esterco de galinha bem curtido.

Fonte:
SENAR/CNA
Publicado em: 21/10/2011


sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Ações do Pronaf terão aporte de R$ 500 milhões no Pará

O Pará receberá R$ 500 milhões em recursos a serem aplicados nas ações do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Os investimentos estão previstos no Plano Safra da Agricultura Familiar 2011-2012, que será lançado no Estado, nesta sexta-feira, 21, em cerimônia no Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, com a presença do governador Simão Jatene; do ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence; dos secretários nacionais de Agricultura Familiar, Laudemir Müller, e de Regularização Fundiária na Amazônia Legal, Shirley Nascimento, e do Delegado Federal do MDA no Pará, Paulo Cunha. A solenidade faz parte da programação da Feira Frutal Amazônia e Flor Pará, promovidas pelo governo do Estado e Instituto Frutal.

O Plano Safra combina apoio ao aumento da produção de alimentos à geração de renda no campo e à promoção da organização econômica de agricultores familiares, assentados da reforma agrária e povos e comunidades tradicionais. O objetivo é ampliar a estruturação produtiva, a organização econômica e a geração de renda dos produtores familiares. Um dos suportes desta estratégia é o programa de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), que no Pará terá um subsídio de R$ 35 milhões, direcionados a ampliar o acesso a tecnologias de gestão e organização produtiva, com ações diferenciadas para jovens, mulheres e comunidades tradicionais.

Do montante previsto para repasse ao Estado no Plano Safra, R$ 300 milhões são destinados para operações de investimento e R$ 200 milhões, para operações de custeio. A partir desta safra, todas as linhas de investimento do Pronaf, inclusive a Mais Alimentos, terão juros de 1% ao ano para financiamentos de R$ 10 mil e de 2% ao ano de R$ 10 mil até R$ 130 mil, com prazo de pagamento de até dez anos e até três anos de carência. Os recursos estão disponíveis nas instituições financeiras que operam com o Pronaf desde 1º de julho.

Agricultura familiar no Pará

No Pará, o Censo Agropecuário 2006 do IBGE aponta a existência de 196.150 estabelecimentos da agricultura familiar, o que corresponde a 88% dos imóveis rurais do Estado. Eles ocupam 31% da área total e são responsáveis por 84% do pessoal ocupado no meio rural (665.762 pessoas) e 69% do Valor Bruto da Produção Agropecuária. A agricultura familiar responde por 83% da produção estadual de feijão, 93% de mandioca, 84% de arroz em casca, 68% de leite e 79% de suínos.

No Brasil, a agricultura familiar conta com mais de 4,3 milhões de unidades produtivas, o que corresponde a 84% do número de estabelecimentos rurais do Brasil. Este segmento produtivo responde por 10% do Produto Interno Bruto (PIB), 38% do Valor Bruto da Produção Agropecuária e 74,4% da ocupação de pessoal no meio rural (12,3 milhões de pessoas).

Compras públicas

Entre as medidas de garantia de geração de renda, o Plano Safra reforça as políticas de compras públicas do Governo Federal. No Pará, a modalidade formação de estoque do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que dá suporte à comercialização de produtos da agricultura familiar do estado, contará com recursos adicionais da ordem de R$ 3,3 milhões, totalizando R$ 6,5 milhões em 2011.

Outra ação que está sendo estimulada pelo MDA é a adesão das prefeituras ao Plano Nacional da Alimentação Escolar (PNAE), que determina a utilização de mínimo 30% dos recursos repassados ao estado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) à compra de produtos da agricultura familiar. No dia 31 de agosto foi lançado o projeto Nutre Pará, que apoia a implantação da Lei da Alimentação Escolar nos municípios de Belém, Abaetetuba, Santarém, Ananindeua, Marituba, Barcarena, Igarapé Miri e Moju. Por meio do projeto serão realizadas ações para qualificar os agricultores familiares e incentivar os gestores responsáveis pela compra de produtos para a merenda escolar a implementarem a lei. No Pará, levando-se em consideração os R$ 157 milhões repassados ao estado em 2010, o PNAE representa um mercado da ordem de R$ 47 milhões para os produtores familiares.

Além disso, a partir desta safra as políticas de compras públicas do Governo Federal foram reforçadas com a criação da Política de Garantia de Preços Mínimos da Agricultura Familiar (PGPM-AF), que permitirá a utilização de instrumentos de comercialização para garantir que o produtor receba o preço mínimo do produto (pré-fixado no início da safra). Os produtos adquiridos por meio desta modalidade serão destinados aos estoques governamentais. Neste ano, o Governo Federal disponibilizou R$ 300 milhões para a PGPM-AF em todo o País.

Regularização fundiária

As políticas do MDA para a agricultura familiar paraense estão associadas à regularização fundiária promovida pelo Programa Terra Legal Amazônia. Em julho, o Terra Legal foi reforçado no Estado com a assinatura de um acordo de cooperação técnica entre o MDA e a Federação das Associações de Municípios do Estado do Pará (Famep) para atuação conjunta no processo de regularização fundiária de imóveis rurais e de áreas urbanas. A Famep vai efetuar a gestão junto aos municípios para garantir apoio logístico às equipes do Terra Legal e a mobilização da população.

No Pará, o Terra Legal atua numa área de 20,9 milhões de hectares, que abrangem 90 municípios. Mais de 43 mil imóveis cadastrados estão sendo georreferenciados pelas equipes de campo e cerca de cinco mil imóveis já estão medidos e serão titulados até o final do ano. O Programa também vai doar 216 núcleos urbanos a 45 municípios que ainda têm áreas localizadas em terras da União. Com a doação, a prefeitura fica responsável por fazer a regularização dos lotes individuais. Desde o início dos trabalhos, o Terra Legal doou 34 núcleos a 22 municípios, beneficiando mais de 200 mil habitantes.

Desenvolvimento territorial.

Durante a visita ao Pará, o ministro Afonso Florence também anunciará a liberação de R$ 5,9 milhões para ações de estruturação e apoio à produção nos Territórios da Cidadania Baixo Amazonas, Baixo Tocantins, BR-163, Nordeste Paraense, Marajó, Sudeste Paraense, Sul do Pará/Alto Xingu e Transamazônica. Deste montante, R$ 2,8 milhões serão destinados a investimentos (R$ 350 mil para cada Território) e R$ 2,6 milhões para chamada pública de desenvolvimento territorial. Desde 2008, quando foi implantado pelo Governo Federal, o Territórios da Cidadania já destinou R$ 3,2 bilhões para projetos de apoio a atividades produtivas, infraestrutura e cidadania e direitos no Pará.

Serviço:

Lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar 2011/2012 no Pará

Data: 21 de outubro (sexta-feira)

Horário: 10h30

Local: Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém

Presença do ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence

Fonte:

Ascom/MDA

Da Redação
Agência Pará de Notícias

Atualizado em 20/10/2011 às 12:32

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Pagamento do Bolsa Verde beneficiará 3.577 famílias


Começou na terça-feira (18) o pagamento do Programa Bolsa Família. Esse ano, além de R$ 1,5 bilhão disponíveis para 13,1 milhões de famílias até 31 de outubro, mais R$ 1 milhão serão transferidos a 3.577 beneficiários que moram na Amazônia Legal. É o primeiro volume de recursos do Programa de Apoio à Conservação Ambiental, conhecido por Bolsa Verde, que reforça o combate à extrema pobreza aliado a ações de preservação do meio ambiente. Ambas as ações integram o Plano Brasil Sem Miséria.

O valor por família é de R$ 300 por trimestre, desde que elas tenham renda mensal de até R$ 70 por pessoa e se comprometam a adotar ações de conservação do meio ambiente. O recurso será somado ao benefício do Bolsa Família, que varia entre R$ 32 e R$ 306, de acordo com perfil econômico e o total de crianças e adolescentes de até 17 anos. Inicialmente, vão receber o Bolsa Verde apenas famílias da Amazônia Legal que morem em unidades de conservação federais. O objetivo do Governo Federal, por meio do Ministério do Meio Ambiente, é atender 18 mil famílias até o fim do ano e chegar a 75 mil em 2014.

Outra particularidade adotada neste mês é a antecipação do calendário de pagamento para os beneficiários do Bolsa Família de 96 cidades de Santa Catarina atingidas pelas chuvas de setembro. Todas as famílias dessas cidades podem sacar o benefício a partir desta terça-feira, fora da data prevista no escalonamento, que terminaria em 31 de outubro.

A decisão do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) de flexibilizar o cronograma normal de pagamento, que ocorre nos dez últimos dias úteis do mês, tem por objetivo reduzir o impacto da tragédia provocado pelas chuvas sobre a região em setembro (veja dados por estado e a relação dos municípios abaixo).

Fonte: FETRAF-BRASIL
*Informações MDS

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Seminário sobre o PROCULTURA em Belém


A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, presidida pelo deputado Cláudio Puty, realiza na segunda-feira, 31 de outubro, seminário com o objetivo de discutir o Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura, o PROCULTURA.

Participam da discussão representantes do Ministério da Cultura, da Câmara dos Deputados, onde tramita o projeto, e de grupos e produtores culturais.

O seminário é aberto ao público e ocorre na Assembléia Legislativa do Estado do Pará, a partir das 15 horas.



Seminário sobre o PROCULTURA
31 de outubro - segunda-feira – a partir das 15h
Local: ALEPA (Rua do Aveiro, 130 - Praça Dom Pedro II - Bairro Cidade Velha – Belém – PA)


Leia artigo do deputado Puty sobre a política cultural publicado no jornal O Liberal: "Por novos rumos para a política de fomento cultural"

Fonte: www.puty.com.br
publicado em: 10/10/2011 05:33

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

DICA RURAL DA SEMANA Nº 04

Tomate
RuralNews - Da Redação


O tomateiro prefere climas subtropicais ou temperados, frescos e secos. Produz em qualquer solo, mas prefere os areno-argilosos ou argilo-arenosos, frescos, soltos, permeáveis ou de fácil drenagem, insolados e cuja acidez seja de pH 5,5 a 6,5.

Plantio e colheita






O solo deve ser arado, gradeado e adubado convenientemente como para as outras culturas de uma horta. Podemos obter 2 safras durante o ano: a das águas e a das secas. Pode ser semeado o ano inteiro ou de fevereiro a outubro, dependendo da variedade.

A semeadura pode ser feita no local definitivo, em viveiros ou em copinhos, estes a melhor opção. Neles são plantadas 3 sementes. Consideramos o copinho melhor, porque protege a planta evitando que se contamine ou pegue alguma doença ou praga. As mudas nos copinhos tem o desenvolvimento mais rápido e devem ser transplantadas para o local definitivo, quando atingirem 10cm de altura e com 4 ou 5 folhas, o que ocorre quando estão com 20 a 25 dias após o plantio.

Nas sementeiras ou viveiros, devemos semear com espaçamento de 10cm entre linhas e na profundidade de 1,5 a 2cm. As mudas devem ser repicadas quando tiverem 4 ou 5 folhas. O transplante para o lugar definitivo, neste caso, é feito quando as mudas apresentam 6 ou 7 folhas. Devemos fazer uma rega logo após o plantio, de preferência por infiltração, soltando a água em canaletas junto às linhas.

Para plantar no local definitivo devemos retirar o copinho e quando as mudas são de viveiro, devemos plantá-las com torrão. O plantio pode ser feito em sulcos ou em covas. A germinação leva de 4 a 5 dias. O espaçamento deve ser de 100cm entre linhas e 70cm entre as plantas, podendo variar até 120cm entre linhas e 40 a 80cm entre as plantas. Quando plantamos uma só muda por cova, devemos deixar crescer a haste principal e uma lateral mas, quando são 2 por cova, deixamos crescer apenas a haste principal de cada uma delas. As que ficarem, são despontadas quando atingirem as pontas dos tutores.

O tomateiro é amarrado ao tutor, por fios especiais. As espaldeiras de arame liso e galvanizado têm, em geral, 3 fios horizontais presos aos mourões e a 20, 50 e 80cm do solo. Devemos conservar 3 hastes fortes em cada planta. Quando usarmos espaldeiras, despontar a muda acima da terceira folha, alguns dias antes do transplante. 15 a 20 dias depois do plantio, devemos "chegar terra" nas mudas, formando as leiras.

Outra operação importante e que deve ser feita quando as plantas tem 20 dias, depois do replante, é o tutoramento com o emprego de varas de bambu ou de madeira, com 2,20m de comprimento e apoiada em palanques presos em suportes de 20 em 20m. O tutor deve ficar enterrado 5 a 10cm longe das plantas para não ferir as suas raízes.

O amarrio deve ser feito quando as plantas atingem 25 a 30cm de altura e, depois, à medida que a planta vai crescendo, vamos fazendo outras amarrações de 30 em 30cm.

A colheita começa em mais ou menos 70 dias após o transplante e prolonga-se por, mais ou menos, 45 dias.

Publicado em: 07/10/2011






Fonte: CNA/SENAR

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

FETRAF discute Programa Nacional de Habitação Rural


Liliane Vitali Kothe, presidente da Cooperhaf



A Direção Executiva da FETRAF-BRASIL reunio com a Caixa Econômica Federal no dia 28/09/2011 para discuti o novo Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR) que, em sua segunda fase, ampliou os benefícios aos agricultores familiares com o aumento da faixa de renda e objetiva contratar dois milhões de unidades habitacionais de 2011 a 2014, podendo estender para mais 600 mil.

Tendo em vistas as alterações do Programa e a análise sobre o que elas representam, Celso Ludwig, coordenador nacional de habitação da FETRAF-BRASIL enfatiza o compromisso da entidade em promover acesso dos produtores ao PNHR.

“Em primeiro lugar é importante ressaltar que a FETRAF afirma e reafirma a fundamental organização dos agricultores familiares em cooperativas de habitação nos estados para acesso ao PNHR e, dada a devida importância dessa política pública, todos os agricultores familiares do movimento sindical da agricultura familiar devem se engajar na luta por garantir que todos os agricultores e agricultoras familiares tenham acesso à habitação, especialmente nos municípios em situação de vulnerabilidade social”, explicou Celso.

De acordo com o coordenador, a direção nacional tem o compromisso de conquistar cada vez mais melhorias para o PNHR, “que neste momento oferece ótimas condições para que todos os estados possam ter acesso”, avaliou o coordenador.

Entre os dias 24 e 28 de outubro, haverá curso de formação sobre o funcionamento do PNHR. É imprescindível a participação de todos os estados.



quarta-feira, 21 de setembro de 2011

PORQUE? VOTAR EM NÃO DIVIDIR O PARÁ!!!!!!



Indigna já só a ideia de reduzir o Pará a Belém e Zona do Salgado. Coisa de político-forasteiro mal-agradecido. O cara chega à casa alheia, que o acolhe com hospitalidade, e se revela um aproveitador. Entra, fuça a geladeira, abanca-se no melhor sofá, escancara as portas dos quartos, e a gente sabe: é um folgado. Chora, estremece por seu estado de nascença, enquanto explora e desdiz do Pará, de que só pensa em chupar tudo, até o Estado inteiro, se deixarmos. O retalhador do estado (dos outros) chega e se espalha feito água. Abanca-se, invade a cozinha, destampa, tem o desplante de meter o dedo na panela, antes do dono da casa, lambuza as mãos, lambe os dedos. Como nós, os paraenses somos cordiais, ele confunde cordialidade com liberalidade. Vem, vai ficando, mergulha de unhas e garras afiadas em terras e política. Espalhado, o aproveitador, pronto, enriqueceu, encheu a pança. Fez-se fazendeiro, político de muito papo (balofo), o cara de pau. Alguns não dispensam trabalho escravo e agora dão de posar de redentores da miséria do Pará, como se só no Pará houvesse miséria. E cadê? Ih, já nas altas cúpulas, armando discórdia, querendo porque querendo dividir o estado do Pará, disque porque é estado imenso e pobre, como se os miniestados brasileiros fossem paradisíacos reinos de felicidade, nenhum faminto sem teto, nenhum drogado, saúde e escola nos trinques, nada de tráfico e exploração de menores.

Balela de retalhador! O retalhador (do estado alheio) tem no cérebro sinal de divisão. Só quer dividir, não seu estado, onde o espertalhão não conseguiu levantar a crista. No Pará, não se contenta em ser fazendeirão, explorador de miseráveis. Quero um estado pra mim, Assembléia Legislativa, rumas de assessores, Tribunal de Contas com obsceno auxílio-moradia, mesmo que eu tenha casa própria. E o retalhador já quer governar o estado (dos outros), quer reino e magnífica corte própria, algo comum nestas terras brasílicas dominadas por quadrilhas de políticos cara de pau, porque os dignos, vergonha na cara, os que lutam a valer por um Brasil de união, ordem e progresso, estes raros políticos dão uma de éticos e não põem a boca no trombone. Não, o Pará não é casa de engorda e enriquecimento de esquartejador da terra dos outros. Mas o pior é que eles se juntam até a certos políticos paraenses, que, em vez de dizer não decisivo e absoluto à divisão, ficam em cima do muro. É que os muristas, paraenses também não são flor que se cheire. Incrível que políticos paraenses admitam o roubo oficial das ricas terras do Pará. Pendurados no muro, os muristas paraenses só pensam na engorda de seus vastos currais e não em defesa e união. Sim, quem quer esfacelar o Pará? Deputados de longe que lambem os beiços por se apoderar do Marajó, do Tapajós, de Carajás. Risíveis os argumentos separatistas: A imensidão do Pará impede seu progresso. Nada! Papo de político! É vasta a miséria dos estados pequenos e do Brasil mal governado.Dividir vem da omissão de políticos do Pará, eles em ânsias por suas lasquinhas. Separatista daqui e de fora quer é feudo, castelo, mais poder. O mapa do Pará lembra um buldogue. Ele precisa de brio, amor-próprio, rosnar, se quiserem reduzi-lo em retalho. O Pará quer paz e união. Vamos calar os esquartejadores que boiam, do fracasso em seus estados, ao sonho de esfacelar o Pará.
Vamos dizer não a mais essa mutreta de político espertalhão.





Transcrito do Caderno Mulher de 'O liberal' - 13/12/09